domingo, 17 de julho de 2011

JACQUES DEMOLAY

Jacques Demolay nasceu em Vitrey, na França, no ano de 1244. Pouco se sabe de sua família ou sua primeira infância. Sabe-se que na  idade de 21 anos, ele tornou-se membro da Ordem dos Cavaleiros Templários
    
A Ordem participou destemidamente de numerosas Cruzadas, e o seu nome era uma palavra de ordem de heroísmo, quando, em 1298, Demolay foi eleito Grão Mestre. Era um cargo que o classificava como e muitas vezes acima de grandes lordes e príncipes. DeMolay assumiu o cargo numa época em que a situação para a Cristandade no Oriente estava ruim. Os infiéis sarracenos haviam conquistado os Cavaleiros das Cruzadas e capturado a Antioquia, Trípoli, Jerusalém e Acre. Restaram somente os "Cavaleiros Templários" e os "Hospitalários" para confrontarem-se com os sarracenos. Os Templários, com apenas uma sombra de seu poder anterior, se estabeleceram na ilha de Chipre, com a esperança de uma nova Cruzada. Porém, as esperanças de obterem auxílio da Europa foram em vão pois, após 200 anos, o espírito das Cruzadas havia-se extinguido.

Os Templários foram fortemente entrincheirados na Europa e Grã-Bretanha, com suas grandes casas, suas ricas propriedades, seus tesouros de ouro; seus líderes eram respeitados por príncipes e temidos pelo povo, porém não havia nenhuma ajuda popular para eles em seus planos de guerra. Foi a riqueza, o poder da Ordem, que despertou os desejos de inimigos poderosos e, finalmente, ocasionou sua queda.

 Em 1305, Felipe, o Belo, então Rei de Fran,ça atento ao imenso poder que teria se ele pudesse unir as Ordens dos Templários e Hospitalários, conseguindo um titular controle, procurou agir assim. Sem sucesso em seu arrebatamento de poder, Felipe reconheceu que deveria destruir as Ordens, a fim de impedir qualquer aumento de poder do Sumo Pontificado, pois as Ordens eram ligadas apenas à Igreja.
Filipe IV, O belo

 O ano de 1305 encontra a Ordem dos Cavaleiros do Templo e a Ordem dos Hospitalários sediados na ilha de Chipre, pois os muçulmanos haviam retomado a Terra Santa. Ansiavam por uma última Cruzada, que jamais ocorreu. O rei da França Felipe de Valois, conhecido como “Felipe o Belo”, concebeu um plano voltado a apoderar-se da enorme riqueza dos Templários e ter perdoada sua enorme dívida para com a Ordem e assim amealhar recursos para seus projetos temporais de ampliação territorial sobre a Inglaterra. Para tanto precisava da aquiescência do papa Clemente V (Bernardo de Goth, ex-arcebispo de Bordeaux) que, imediatamente, concebeu o plano de unificar as duas Ordens rivais, ou subordinar todos aos Hospitalários. Convocou os dois Grãos Mestres de ambas as Ordens a um encontro em Paris. O Grão Mestre dos Hospitalários deu uma desculpa convincente e faltou ao encontro. Jacques De Molay, Grão Mestre dos Templários, então contando quase 70 anos de idade, compareceu ao encontro com dois documentos: um plano detalhado para uma nova Cruzada (que presumia ser o principal motivo da convocação) e um arrazoado explicando as diferenças e motivos que considerava relevantes para manter Templários e Hospitalários como ordens distintas.

De Molay foi recebido com todas as honras em Paris. Durante dois anos – período durante o qual Felipe de Valois ficou de apresentar sua decisão final sobre os dois documentos trazidos por Jacques De Molay – Guilherme de Nogaret, ministro de Felipe “o Belo”, arquitetou o plano para aprisionar a um só tempo todos os Templários em todos os pontos da Europa. Foram expedidas cartas lacradas aos senescais (líderes políticos e religiosos locais) de todas as paróquias com ordens expressas de somente abri-las a 12 de setembro de 1307. Naquela data, Jacques De Molay contava-se entre os maiores nobres da Europa a carregarem o caixão da princesa Catarina, falecida esposa do irmão do rei Felipe, Carlos de Valois. No mesmo momento em que o Grão Mestre dos Templários participava deste solene evento fúnebre em companhia dos nobres, não havia meios que lhe permitissem saber da trama, menos ainda do conteúdo das cartas que, abertas, tornariam a sexta-feira 13 (naquele caso de setembro de 1307) o dia mais aziago do ano: 15 mil homens (o número total de Cavaleiros Templários) deveriam ser aprisionados em grilhões especialmente confeccionados e despachados a todos os pontos com esta finalidade.
    DeMolay e milhares de outros Templários foram presos e atirados em calabouços. Foi o começo de sete anos de celas úmidas e frias e torturas desumanas e cruéis para DeMolay e seus cavaleiros. Felipe forçou o Papa Clemente V a apoiar a condenação da Ordem, e todas as propriedades e riquezas foram transferidas para outros donos. O Rei forçou DeMolay a trair os outros líderes da Ordem e descobrir onde todas as propriedades e os fundos poderiam ser encontrados. Apesar do cavalete e outras torturas, DeMolay recusou-se.

Papa Clemente V

Finalmente, em 18 de março de 1314, uma comissão especial, que havia sido nomeada pelo Papa, reuniu-se em Paris para determinar o destino de DeMolay e três de seus Preceptores na Ordem. Entre a evidência que os comissários leram, encontrava-se uma confissão forjada de Jacques DeMolay há seis anos passados. A sentença dos juizes para os quatro cavaleiros era prisão perpétua. Dois dos cavaleiros aceitaram a sentença, mas DeMolay não; ele negou a antiga confissão forjada, e Guy D'Avergnie ficou a seu lado. De acordo com os costumes legais da época, isso era uma retratação de confissão e punida por morte. A comissão suspendeu a seção até o dia seguinte, a fim de deliberar. Felipe não quis adiar nada e, ouvindo os resultados da Corte, ele ordenou que os prisioneiros fossem queimados no pelourinho naquela tarde.
    Quando os sinos da Catedral de Notre Dame tocavam ao anoitecer do dia 18 de março de 1314, Jacques DeMolay e seu companheiro foram queimados vivos no pelourinho, numa pequena ilha do Rio Sena, destemidos até o fim. Apesar do corpo de DeMolay ter perecido naquele dia, o espírito e as virtudes desse homem, para quem a Ordem DeMolay foi denominada, viverão para sempre.
"Embora o corpo de DeMolay tivesse sucumbido aquela noite, seu espírito e suas virtudes pairam sobre a Ordem DeMolay, cujo nome em sua homenagem viverá eternamente."

    Jacques DeMolay, com 70 anos, durante sua morte na fogueira intimou aos seus três algozes, a comparecer diante do tribunal de Deus, e amaldiçoando-os, bem como aos descendentes do Rei da França, Filipe "O Belo":

A Maldição lançada por Jacques DeMolay
No momento em que era amarrado no pelourinho, DeMolay gritava:
" - Vergonha! Vergonha! Vós estais vendo morrer inocentes. Vergonha sobre vós todos".
   Enquanto DeMolay queimava na fogueira, ele disse suas últimas palavras:
"- Nekan, Adonai!!! Papa Clemente... Cavaleiro Guillaume de Nogaret... Rei Filipe; Intimo-os a comparecerem perante o Tribunal do Juiz de todos nós dentro de um ano para receberdes o seu julgamento e o justo castigo. Malditos! Malditos! Todos malditos até a décima terceira geração de suas raças!!!
   Após essas palavras, Jacques DeMolay, inclinou a cabeça sobre o ombro e entregou sua alma ao Pai Celestial.
   Do Palácio Real, Filipe assistia a morte de DeMolay e ouvira suas palavras. Ficou em silêncio mas bastante assustado. Mais tarde comentou com Nogaret: "Cometi um erro, devia ter mandado arrancar a língua de DeMolay antes de queimá-lo."
   Quarenta dias depois, Filipe e Nogaret recebem uma mensagem: "O Papa Clemente V morrera em Roquemaure na madrugada de 19 para 20 de abril, por causa de uma infecção intestinal", Filipe e Nogaret olharam-se e empalideceram.
   Rei Filipe IV, o Belo, faleceu em 29 de novembro de 1314, com 46 anos de idade, quando caiu de um cavalo durante uma caçada em Fountainebleau.
   Guillaume de Nogaret acabou falecendo numa manhã da terceira semana de dezembro, envenenado.
   Após a morte de Filipe, a sua dinastia, que governava a França a mais de 3 séculos, foi perdendo a força e o prestígio. Junto a isso veio a Peste Negra e a Guerra dos Cem Anos, a qual tirou a dinastia dos Capetos do poder, passando para a dinastia dos Valois.
   Hoje tomamos Jacques DeMolay como símbolo de lealdade e tolerância e lembramos dos seus feitos de coragem, homenageando-o, colocando o seu nome em nossa Ordem.

Outras fontes indicam uma outra versão da Última Prece proferida por Jacques DeMolay no Cadafalso
"Senhor, 
permiti-nos refletir sobre os tormentos que a iniqüidade e a crueldade nos fazem suportar. 
Perdoai, ó meu Deus, as calúnias que trouxeram a destruição à Ordem da qual Vossa Providência me estabeleceu chefe. 
Permiti que um dia o mundo, esclarecido, conheça melhor os que se esforçam em viver para Vós. 
Nós esperamos, da Vossa Bondade, a recompensa dos tormentos e da morte que sofremos para gozar da Vossa Divina Presença nas moradas bem-aventuradas. 
Vós, que nos vedes prontos a perecer nas chamas, Vós, que nos vedes prontos a perecer nas chamas, vós julgareis nossa inocência. 
“Intimo o papa Clemente V em quarenta dias e Felipe o Belo em um ano, a comparecerem diante do legítimo e terrível trono de Deus para prestarem conta do sangue que injusta e cruelmente derramaram.”
Esta é uma outra versão da prece proferida no dia 18 de março de 1314, no momento em que o
Grão-Mestre Jacques DeMolay e seu fiel companheiro foram supliciados.

       Os gases letais interromperam o anátema, DeMolay dobrou-se e perdeu os sentidos. O impacto inesperado deixou a multidão estarrecida. Não esperavam essa reação, mas cada um sentiu em si o peso da injustiça e a certeza que a maldição se cumpriria. Quarenta dias depois, Felipe e Nogaret receberam uma mensagem "o Papa Clemente morrera". Felipe e Nogaret olharam-se e empalideceram, no pergaminho dizia que a morte ocorrera entre o dia 19 e 20 de abril. O Papa Clemente morreu pôr ingerir esmeraldas reduzidas a pó( para curar sua febre e um ataque de angústia e sofrimento) que provavelmente cortaram seus intestinos. O remédio foi receitado por médicos desconhecidos, quando retornava a sua cidade natal. Guilherme de Nogaret veio a falecer numa manhã da terceira semana de Maio, envenenado por uma vela feita por Evrard, antigo Templário, com a ajuda de Beatriz d'Hirson. O veneno contido na vela era composto de dois pós; de cores diferentes:

     - Cinza: Cinzas da língua de um dos irmãos de d'Aunay , elas tinham um poder sobrenatural para atrair o demônio.

 - Cristal Esbranquiçado: "Serpente de faraó" Provavelmente sulfocia de mercúrio. Gera por combustão: Ácido Sulfúrico, vapores de mercúrio e compostos anidridos podendo assim provocar intoxicações. Morreu vomitando sangue, com câimbras, gritando o nome daqueles que morreram por suas mãos. Felipe o Belo veio a morrer em 27 de Novembro de 1314, com 46 anos de idade, em uma caçada. Saiu a caçar com seu camareiro, seu secretário particular e alguns familiares na floresta de Pont-Sainte-Maxence. Sempre acompanhado de seus cães foram em busca de um raro cervo de 12 galhos visto perto ao local. O rei acabou perdendo-se do grupo e encontrou um camponês que o ajuda a localizar o cervo. Achando-o e estando pronto a atacar-lhe percebeu uma cruz que brilhava, começou a passar mal e caiu do cavalo. Foi achado por seus companheiros e levado de volta ao palácio repetindo sempre " A cruz, a cruz.." Pediu como o Papa Clemente em seu leito de morte que fosse levado a sua cidade natal ; no caso do rei, Fontainebleau. " A mão de Deus fere depressa, sobretudo quando a mão dos homens ajuda" teria dito um dos Templários remanescentes, jurando vingança.

domingo, 19 de junho de 2011

FILOSOFIA

TRABALHO DIRIGIDO DE FILOSOFIA

Pitágoras, que viveu na Grécia a mais de 2.500 anos, possuía um espírito inquieto e uma inteligência brilhante.
Sempre preocupado em compreender o mundo, visando em ampliar os seus conhecimentos, ele empreendeu viagens por diversos países.
Durante estas viagens, todas as pessoas que o conhecia ficavam admiradas do seu saber.
Conta-se que um príncipe, recebendo noticia da fama de sua cultura, mandou chamá-lo a sua presença e perguntou-lhe em que área ele era especialista.
Foi então que Pitágoras respondeu: sou apenas um filosofo. Mas o que é um filosofa? Filosofo é aquele que cultiva a filosofia.
A palavra tem origem etimológica em dois termos gregos: FILOS: amigo - SOFIA: sabedoria.
Pitágoras, se auto determinou um amigo da sabedoria.
Pitágoras homem modesto e sensato, não tinha a pretensão de deter plenamente a sabedoria de todas as coisas.
Segundo ele Deus é o único ser no universo possuidor de tamanha capacidade .entretanto, afirmava que o homem deveria ter uma sublime missão a procura incansável, da sabedoria. O ser humano independentemente de sua origem e grau de cultura procurou conquistar a sabedoria das coisas.
O progresso cientifica e o continuo aperfeiçoamento da técnica revela, através da história, esta eterna procura do homem pelo saber. A filosofia surgiu na Grécia, Índia e China, por volta do século VII e VI a.C..
Constratando com os mitos, ela tem por objetivo dar aos fatos uma explicação lógica e racional.



FILOSOFIA NO ORIENTE


Nesta parte você ira conhecer um pouco da filosofia milenar, para compreender a estranha maneira de pensar e agir daquele povo.
Para tanto você Vera primeiro a filosofia na índia.
As primeiras manifestações filosóficas dos hindus aparecem no século VII a.C. numa coletânea de textos sagrados de autores desconhecidos que recebem o nome de vedas.
Os vedas que nos sânscritos significam conhecimento são  marcos inicial do pensamento filosófico hindu.
Os vedas se dividem, em parte que contém em seu todo, preces, rituais de magia e hinos a entidades supremas.
Os vedas não apresentavam uma filosofia ordenada e desenvolvida, pois seus textos são em certos momentos vagos e imprecisos.
As diversas interpretações dadas aos textos védicos, fizeram com que se originassem, na Índia, diversas linhas filosóficas, dentre as quais o budismo.
Na fronteira da índia com o Nepal, lugar muito bonito do oriente de onde se contempla o Himalaia. nasceu Sidarta Guatama, seu pai era rei na terra seguias e sua maior preocupação, era fazer com que Sidarta desfrutasse as boas coisas da vida. Mesmo longe das tristezas do mundo a pesar da vida de festas e alegria que gozava no palácio, Sidarta se preocupava intensamente com a dor e o sofrimento humano.
Um dia com 25 anos, ele tomou uma grande decisão: abandonou a gloria, a riqueza e o poder que lhe prometia o trono do pai e saiu pelo mundo vestido em roupas simples e humildes, sem levar nada consigo, o seu único objetivo era encontrar a paz interior.
Em busca desta paz, ele vagou por todas as partes, ouvindo sábios e sacerdotes da época.
Empenhou-se em praticar de jejum, de orações e de todos os métodos que lhe falavam e, no entanto o seu objetivo era ainda distante.
Num determinado dia, com 35 anos, Sidarta sentou-se a sombra de uma arvore, e ali meditou profundamente. Neste instante ele atingia o supremo conhecimento do mundo e a verdade de todas as coisas.
Deste dia em diante ele deixou de ser Sidarta passando a ser Buda, o grande iluminado.
A palavra Buda determina o estado mental de quem atingir a perfeita sabedoria.
Por isso o termo Buda significa iluminação interior.
Os ensinamentos de Buda têm como objetivo fundamental o homem, sendo sua preocupação libertá-lo do sofrimento.



FILOSOFIA NA CHINA


Outra corrente filosófica oriental é a desenvolvida na china.
A filosofia chinesa não possui uma unidade, ela assim como a filosofia hindu, possui suas ramificações, destacando-se entre elas o confucionismo, doutrina elaborada por Confúcio.
Um dos primeiros filósofos da china foi Confúcio viveu de 551 a 479 a.C. desenvolveu uma filosofia, cuja preocupação, era soluciona as profundas agitações sociais de seu tempo.
Uma das grandes preocupações de Confúcio era fazer com que os governantes dirigissem o estado de maneira correta. Sobre este tema ele manifestou-se, diversas vezes dizendo: “governar significa corrigir. Se o governante guiar o povo com correção. Quem haverá de ser incorreto?”.
Para Confúcio os governantes deveriam possuir o Maximo de correção afim de que o povo tivesse exemplo a seguir.
O governante deveria ser um modelo, segundo ele, se os governantes são corruptos, o povo será corrupto também.
Ao lado de sua preocupação para o estado e os governantes, Confúcio sempre estava disposto a responder sobre a maneira justa que o homem deveria proceder perante os homens.
Segundo Confúcio, um justo comportamento deveria ser orientado pelo respeito aos mais velhos, pela humanidade e pelos domínios das paixões.
Para ele o melhor caminho é o caminho do meio, isso significa que não devemos ser parciais nem praticar cegamente uma doutrina, desprezando todos os ensinamentos das outras.
O caminho do meio é o caminho do equilíbrio e o caminho da harmonia entre os opostos.
Confúcio sempre se recusou a responder perguntas que tratasse de problemas sobre “Deus” céu ou vida após a morte. Por isso ele sempre dizia: se ainda não sabemos nada sobre a vida, como poderemos saber sobre a morte?



O CRISTIANISMO


Três magos do oriente viram do céu uma estrela muito brilhante que anunciava o nascimento de Jesus.
Os magos se dirigiram a Belém e a estrela que tinham visto apareceu diante deles, conduzindo-os ao lugar onde estava Jesus.
La chegando, encontraram um menino com Maria, sua mãe, ajoelharam-se diante dele e o adoraram.
É assim que o texto bíblico descreve o nascimento de Jesus, que aos trinta anos de idade fundaria o cristianismo, doutrina que iria revolucionar profundamente a historia da humanidade.
Jesus não deixou nada escrito. Sua vida bem como os apóstolos principais de sua doutrina nos foi transmitidos através dos evangelhos, escrito por seus discípulos de pois de sua morte.
Os evangelhos integram a bíblia e representam, segundo os escritos, o testemunho de Jesus.
Neste capitulo vamos conhecer resumidamente as idéias de Jesus, através do texto extraído do evangelho segundo Mateus.
Vendo as multidões que o seguia Jesus subiu a montanha, sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele. Então ele pós a ensiná-los:


“Bem aventurados os humildes de espírito, por que deles é o reino dos céus.
Bem aventurados os que choram, porque serão consolados.
Bem aventurados os mansos, porque possuíram a terra.
Bem aventurado os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Bem aventurados os misericordiosos, porque alcançarão a misericórdia.
Bem aventurados os corações puros porque verão o Deus.
Bem aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.
Bem aventurados os que sofrem perseguições por amor de justiça, porque deles é o reino dos céus.

Não penseis que vim para destruir as leis ou os profetas, eu não vim para destruir, mas para levar a perfeição.
Ouvistes o que foi dito aos antigos: olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao mau. Se alguém te ferir a face direita, ofereci-lhe também a outra. Se alguém obrigar-te a caminhar mil passos, vai com ele dois mil.

Quando Jesus terminou o discurso, a multidão ficou impressionada de sua doutrina.

Seus ensinamentos tiveram grande aceitação entre os povos.
Depois da morte de Jesus, suas idéias bastantes revolucionariam para a época e até mesmo para os nossos dias foram rigorosamente combatidas pelos imperadores romanos. Apesar das perseguições, dia a dia aumentava o numero daqueles que acreditavam nas idéias cristãs.
A doutrina cristã é a que alcança mais adeptos em todo o mundo, dentre as organizações religiosas vinculadas ao cristianismo, o que congrega o maior numero e adeptos é a igreja católica apostólica Romana.



OS NOVOS RUMOS DA FILOSOFIA



No decorrer da idade media 476 d.C. a 1453 d.C. a igreja católica prosperou e passou a exercer influencias-nos mais diversos setores da atividade humana.
Durante este período, os homens viviam mergulhados num mundo estreitamente religioso. Suas atenções voltadas para a vida no céu trazem desinteresse pelos fatos da terra.
As idéias religiosas da idade media se baseavam numa serie de dogmas ditados pela igreja. Esses dogmas eram tidos como verdades incontestáveis, porem as informações neles contidas nem sempre correspondiam a realidade dos fatos.
Entretanto, quem ousasse opor alguma resistência aos dogmas era submetido a severas punições por parte das autoridades religiosas.
Todas as idéias renovadoras eram repudiadas se contrariassem direta ou indiretamente os dogmas religiosos. Tudo era explicado como manifestações da vontade de Deus.
Aos homens pouco restava explicar, e isso gerava um acomodamento, que eliminava o espírito de curiosidade dos homens de ciência.
A partir dos séculos XIV e XV, um sentimento de maior liberdade e preocupações com as pessoas humanas começou a se aglomeralizar.
A rígida estrutura religiosa começou a ser contestada, provocando, em certos casos, o aparecimento de outras seitas cristãs.
Na primeira metade do século XVI, o papa leão X ordena aos padres católicos do mundo inteiro arrecadem dinheiro para financiar as obras da basílica e São Pedro.
Houve muitos abusos nesse processo de arrecadação.
O monge Martim Lutero revolta-se contra a atitude do papa e protesta contra outros ensinamentos da igreja. Suas idéias foram rigorosamente condenadas por leão X, mas alcançaram rápida repercussão. Estava iniciado o movimento protestante.
O declínio da influencia da igreja, que se torna marcante nos primeiros anos do século XVI, coincide com a ascensão dos grandes comerciantes destes fins da idade media, estes passam a financiar e proteger as artes e a cultura. Os artistas aproveitam a oportunidade para da vazão as suas idéias de liberdade e Har monismo.
Entre as inúmeras novidades trazidas pela renascença, a descoberta de que a terra não era o centro do universo foi um grande golpe para a vaidade humana.
Voltados para os temas morais e religiosos, as doutrinas os filósofos cristãs, durante a idade media, se desenvolvia de forma quase sempre mística. As idéias possuíam um caráter absoluto, por que tudo girava em torno da autoridade da igreja, que assumia a condição de representante de Deus na terra. Mas, depois da renascença, as descrenças pairavam e a as contradições eram constantes.
A filosofia moderna interrompe o pensamento cristã, desenvolvendo suas doutrinas sem se prender as autoridades da igreja e se revelando estreitamente critica e profana.
O seu objetivo é alcançar a verdade, tão somente com o auxilio da razão e do conhecimento cientifico.

A Maçonaria e a religião.

A Maçonaria e a religião.


A Maçonaria não é uma religião.Ela professa que se deve ser tolerante e respeitar as opiniões de todos os homens. A rigor não se admite em reuniões Maçônicas nenhuma discussão de caráter político ou religioso. A Maçonaria respeita e abraça todos os homens que reconhecem um Ser Supremo e faz questão de receber no mesmo nível, com a mesma consideração, a mesma distinção e o mesmo carinho os que praticam o cristianismo, o judaísmo, o budismo, o islamismo ou outras tantas religiões mundiais.
A Maçonaria não se considera, tão pouco, um baluarte ou um suporte de qualquer das religiões existentes. Não mantém nenhuma doutrina teológica. Em suas sessões não se inclui nenhum sacramento ou induz qualquer pessoa para o caminho da salvação religiosa.
Normalmente, espera-se que o Maçom seja um homem que professe uma crença, pessoal simples e firme em um Ser Supremo que é concebido nos espíritos e nos corações de seus membros como o Grande Arquiteto do Universo. O homem que intimamente adere a esse Ser Superior e Divino terá mais apego a todos os seus deveres sociais e humanos. Esta Instituição tem elevado apreço a qualquer cidadão que creia em Deus e reconhece que o ideal de todas as religiões formadas e em vigor é o mesmo Deus, o mesmo Supremo Criador de todas as coisas. Professa que se deve manter sempre uma atitude de bondade e de entendimento para com todas as pessoas, independentemente, de suas crenças. Além disto, qualquer um dos seus membros pode aderir a qualquer uma das grandes religiões do mundo. O Maçom pode ter uma fé em um Ser Supremo sem a necessidade de pertencer ou ser membro de qualquer uma seita, formalmente estabelecida. A Maçonaria anima que seus membros participem de atividades religiosas, ditadas por seus próprios entendimentos e consciências.
A Mas religiões e em muitos casos tem até incentivado seus obreiros a praticar sua própria fé pessoal. É por isso que tantos Maçons são considerados devotos muito especiais, entusiásticos e muita vez, comprometidos com a congregação da qual fazem parte. O importante é que a Maçonaria professa que devemos exercitar e praticar a caridade para com a comunidade através do trabalho voluntário e que se deve o possível para sustentar o mais elevado a ética, a moral, a verdade e o conforto espiritual, em harmonia com a comunidade a que se pertence.açonaria tem pautado, em todos os tempos, pelo maior respeito a todas 
A Maçonaria tem pela Bíblia e pelos Livros Sagrados de todos os povos a maior reverência.
Pois a Bíblia, entre os Maçons dos países ocidentais, como qualquer livro sagrado, dos mais diversos povos, no mundo inteiro, é aberta, em todas as sessões e é conhecida dentro dos Templos Maçônicos como o Volume da Lei Sagrada e uma das principais Luzes dos que estão reunidos em torno dela. Nenhuma reunião maçônica pode ser aberta oficialmente sem que seja observado esse ritualismo.
O fato de se referir a versículos da Bíblia e de se citar passagens alusivas às doutrinas que praticamos não significa qualquer empenho ou obrigação para com nenhuma religião. Os hospitais, escolas, forças armadas ou policiais, corpos de bombeiros e em muitas organizações empresariais, modernamente, dão importante apoio religioso àquele que se utilizam deles. Assim o fez a Maçonaria em todos os tempos.

sábado, 11 de junho de 2011

Cronica do amor

            Crônica do Amor

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao posto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.

OPINIÃO

OPINIÃO DE UM HOMEM SOBRE O CORPO DE UMA MULHER 


"Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim.
Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra... Está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas... . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo.
As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato são equivalentes a mil Viagras.
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar. de cara lavada, basta a nossa.
Os cabelos, quanto mais tratados, melhor. As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas... Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco?
Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza... Que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.
Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês, porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.
As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado.
O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se autodestruindo.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas, ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes); quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol' nem em spa... viveram!
O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesáreas e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!”A beleza é tudo isto.”

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Deixe a verdade ser ouvida

Nós não somos maus. não prejudicamos ou seduzimos pessoas. Não somos perigosos.
 somos pessoas normais como você. temos famílias, empregos, esperanças e sonhos.
Nós não somos um culto. não somos o que você acha que somos quando vê TV.
Nós somos reais. Nós rimos, nós choramos. Nós somos sérios.
Nós temos senso de humor. Você não precisa ter medo de nós.
Nós não queremos converter você. E por favor não tente nos converter.
Apenas nos dê o mesmo direito que nós damos a você: Viver em paz.
Nós somos muito mais similares a você do que você imagina.
Somos pais, filhos, irmãos, primos, vizinhos, amigos.
Somos Católicos, Evangélicos, Espíritas, Muçulmanos, Comerciantes, Empresários, Funcionários Públicos,
Funcionários de Empresas e de Comércios, Garçons, Auxiliares de Escritórios, Profissionais Liberais, etc.
Todos unidos, independente de credo, raça, cor, religião ou partido político.
Somos uma instituição Associativa de homens esclarecidos e virtuosos, que se congregam entre si,
como irmãos que somos, cujo fim é viver em perfeita igualdade, intimamente ligados por laços de
recíproca estima, confiança e amizade, estimulando-se uns aos outros, na prática da virtude.
Estas definições não são perfeitas, apenas suficientes para nos convencer de que a Ordem Maçônica foi,
é, e sempre deverá ser a união consciente de homens íntegros, virtuosos, desinteressados, generosos e
acima de tudo devotados. Irmãos livres e iguais, ligados por deveres de fraternidade, que pelo exemplo
e prática da virtude, buscam esclarecer os homens e prepará-los para a emancipação progressiva
da humanidade.
Uma verdadeira escola, não só de moral como também de filosofia social e espiritual, um sistema,
revelado aos Maçons por alegorias e ensinado através de símbolos, guiando seus adeptos à prática
e ao aperfeiçoamento dos seus mais elevados deveres.
Afugentando os baixos sentimentos de materialismo, de sensualidade e de mundanismo e invocando
sempre o GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO, tornando-nos dignos de si mesmos, da Família,
da Pátria e da Humanidade.
Somos Maçons, com muito Orgulho e com muita Honra.


ORAÇÃO DO PAPA AOS MAÇONS.

Nós nos humilhamos à Teus pés e invocamos o Teu perdão, pela heresia que, no curso dos séculos, nos impediu de reconhecer em nossos irmãos maçons os teus seguidores prediletos.
Lutamos sempre contra o livre pensamento, porque não havíamos compreendido que o primeiro dever de uma religião, como afirma o Concílio, consiste em reconhecer o direito de não se acreditar em Deus.
Havíamos impensadamente acreditado que um sinal da cruz pudesse ser superior a três pontos formando uma pirâmide.
Por tudo isso nos penitenciamos, Senhor e, com o Teu perdão, Te rogamos que nos faça sentir que um compasso sobre um novo altar pode significar tanto quanto velhos crucifixos.
Amém!
- Oração escrita por Sua Santidade o Papa João XXIII (Cardeal Ângelo Maria Guiuseppe Roncalli) e publicado no Journal de Géneve, em 08 de Setembro de 1966.