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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Álcool  Droga Social


 Meus Irmãos, a mensagem principal deste trabalho é de fazer um alerta aos maçons. O mundo está passando por uma fase de grande evolução e as pessoas das mais variadas camadas sociais procuram cursos de todas as naturezas, num esforço para adquirir novos conhecimentos.

Com esse objetivo é que vamos colocar observações com relação às nossas festas de confraternização nas Lojas. Percebe-se que a quantidade de bebidas alcoólicas consumida vem aumentando cada vez mais.

Diante da grande necessidade de alertar os Irmãos, principalmente os aprendizes, a respeito dos malefícios do alcoolismo, que propomos fazer este trabalho. A Organização Mundial da Saúde vem se interessando pelo assunto e considera o alcoolismo como doença.

Os problemas relacionados ao uso e abuso do álcool têm aumentado à maneira bastante preocupante nas últimas décadas nos países desenvolvidos, como também nas demais nações do resto do mundo.

As terríveis consequências e enormes gastos públicos e privados, com o uso e abuso do álcool, se constituem hoje em um dos principais problemas, não só de saúde pública, visto os prejuízos de saúde coletiva, como também de segurança pública, face aos crimes e ou delitos relacionados ao usuário.

O uso e abuso, portanto, afetam a sociedade, sobretudo nessas duas áreas: saúde e segurança.

O que é o Álcool?

O álcool é um dos maiores inimigos da humanidade, porque o homem que cai no seu laço perde o senso de responsabilidade, perde todo o respeito próprio, torna-se um imbecil, priva a sua família do conforto, educação, vestuário e pão. Destrói a felicidade do lar, torna-se um demônio para a esposa, uma vergonha para parentes e amigos, um peso para hospitais e manicômios, cadeia e asilos.
O álcool age no organismo humano como uma substância que vai destruindo lentamente, afetando tanto o corpo físico, quanto o astral (espírito). Muitas pessoas, embora saibam dos males que o álcool causa, não dão a mínima importância e não evitam ingeri-lo.
Em cada gole de álcool há lágrimas de mães, esposas e filhos.

O Álcool nas Lojas

O álcool nas festas de confraternização maçônicas, e em muitas Lojas é permitido com certa restrição; em algumas Lojas mais liberais se permite o uso do álcool em abundância, não tendo nenhum ponto de vista a respeito do assunto.
Após as nossas confraternizações, é comum alguns Irmãos ficarem até alta madrugada, no final das festas ou jantares e só vão embora quando acabam as bebidas, ou quando não aguentam mais beber, já se encontrando no estado de embriaguez.

O Alcoolismo

O alcoolismo é o vício mais difundido e, igualmente aos demais, traz toda sorte de transtornos à sociedade. Acarreta consequências danosas ao próprio indivíduo; prejudica o organismo afetando vários órgãos.
Estudos já comprovados dos sinais e sintomas das doenças dizem que são provocados pelo uso do álcool: o câncer de esôfago e papila, pancreatite, cirrose, diabete, impotência, pressão arterial etc.
Algumas pessoas são moderadas no uso de bebidas alcoólicas e outras, porém, demaseiam-se a ponto de ficarem embriagadas, existindo ainda, os que fazem o uso constantemente, formando assim os três principais tipos de bebedores.
O primeiro, dos comedidos, fazem o uso equilibrado das bebidas alcoólicas. São denominados de bebedores sociais, só fazendo uso delas em reuniões, festejos e ainda assim de maneira moderada.

O segundo tipo é dos que poucas vezes fazem o uso de bebidas, mas quando fazem, excedem além do que seu organismo suporta (vira um leão), esses são chamados de bebedores sintomáticos ou bebedores excessivos, os quais, sobre a ação do álcool, tornam-se inconvenientes, descorteses e antissociais, existindo em quase todas comemorações festivas ou reuniões eventuais.

Suas características são facilmente identificadas pelo modo exagerado de se comportar, agindo à anormalidade, podendo ir ao estado de coma alcoólico, dependendo da quantidade de bebida ingerida.

Finalmente, o terceiro tipo é dos verdadeiros alcoólatras. Muitos deles, logo pela manhã quando acordam, já tomam uma para firmar ou quebrar jejum etc. São os alcoólatras que inveterados só param de beber quando já não mais comandam seus movimentos.

Aos chamados bebedores sociais, nada há de censuras, por não trazerem prejuízos a terceiros por sua conduta ser mantida, como se nada tivesse ingerido. O que não acontece com os bebedores excessivos, os quais abusam no uso da bebida, embora esporadicamente, embriagando-se, fazendo distúrbio e colocando a sua vida e de terceiros em risco com acidentes, por causa do seu desgoverno.

O alcoólatra está sempre correndo o risco de vida e suicidando-se lentamente com as intoxicações constantes. Quando bebe para matar a fome ou não come nada quando está bebendo, nada mais faz do que iludir o organismo.

O álcool ingerido em certa quantidade dá a sensação que a pessoa está alimentada, mas é somente sensação. O organismo vai queimando as reservas físicas. Na gíria popular chamam a bebida alcoólica de “cobertor de pobre”, dando a entender que a bebida aumenta a resistência do organismo, ledo engano.

O álcool vai enfraquecendo as defesas do corpo, tanto físico quanto astral, deixando-o sujeito às vibrações negativas do plano inferior, que o domina e o conduz a lugares e situações vibratórias das mais trevosas, sem que tenha força para elevar suas preces e pedidos de auxílio e socorro ao plano superior, deixando-o completamente isolado, o que fatalmente lhe dará um arrependimento sofrido, mas será tarde demais.

Sendo sabedores de que o alcoolismo é uma das manifestações inferiores da alma humana, interessante que a pomos dentro da nossa instituição secular, que tem como objetivo maior pugnar pela evolução do homem, o bem-estar da pátria e da humanidade, construindo templos à virtude, e cavando masmorras aos vícios.

Autor


Texto do Ir.’.Valdir Pereira de Castro • M.’.I.’. • ARLS Acácia do Rio Abaixo Nº 35 • Or.’.de Santo Antônio de Leverger-MT • GOEMT
Enviado pelo Ir.’.Euclides Alves da Graça (Representante do Guia Maçônico Nacional – Editora Domínio e Distribuidora LTDA

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

EX VENERÁVEL OU DONO DA LOJA


É uma situação que ocorre com frequência na Maçonaria brasileira e quiçá na mundial. O que vem a ser esta situação?  Simplesmente, conforme o titulo do trabalho já sugere, é um Irmão que exerceu sua gestão como venerável de uma loja e que seu desempenho pode ter sido muito bom ou muito mau, mas seu mandato se esgotou, e ele esquecendo que já passou o seu momento como principal gestor da loja e que deveria ficar quieto no seu canto, insiste em se intrometer nos trabalhos da nova liderança que democraticamente surgiu na sua loja através do voto.

Apegado ao poder, chega aos limites da hipocrisia que como se sabe é o ato de fingir qualidades, ideias ou sentimentos que em realidade ele não tem e isso às vezes se torna uma verdade para ele ainda que falsa, um verdadeiro sofisma, e ele acreditando ser o que sabe tudo, que sabe mais que os outros, em fim é o dono da verdade.
Ele não sabe se conter, não consegue ficar sem dar palpites, ou dar ordens ao novo venerável, ou criticar o novo líder, não somando as suas forças com as da nova gestão, pelo contrário, atrapalhando-a. Se o novo venerável não for um líder pragmático, pulso forte, que não saiba se impor, ficará a mercê do antecessor, não podendo exercer a sua gestão a contento como planejou.
Todavia, numa loja democrática, não faltarão Irmãos que com coerência e bom senso, tomarão partido do novo líder e os mais habilidosos, chegam ao ex e com muito jeito, com parcimônia tentam fazê-lo compreender a nova situação, o que às vezes não conseguem havendo até em certos casos uma cisão na loja. Muitas novas lojas foram fundadas por ex-veneráveis que não souberam respeitar a nova liderança. Este é um fato inconteste.
Este apego ao poder é algo que o ex-venerável às vezes não pode se controlar, porque ele não estava preparado quando exerceu seu mandato para um dia deixa-lo como soe acontece nos regimes democráticos e uma loja maçônica não tem dono justamente por ser uma democracia. Ele se achou venerável, e não entendeu que apenas estava venerável.
Acha que continua venerável.
Este tema abre um leque mais profundo em relação a análise do poder nas lojas e como ele é manipulado.
Este tipo de dono da loja não é o pior entrave para uma loja. O pior ex-venerável é aquele tipo de irmão matreiro, político, de fala mansa, que sorri para todo mundo, abraça a todos três vezes e que se derrete em falsos elogios aos Irmãos do quadro e procede assim porque é uma das suas estratégias para se manter no poder eternamente. Ele se vale de bonecos ou títeres para cobrir uma gestão que por imposições das constituições das potências ele não pode se reeleger mais de uma ou duas vezes. Em seguida ele volta gloriosamente na próxima. 

Mas durante a gestão de seu preposto, quem dirigirá a loja de fato, será ele. Não de direito, mas de fato. Ele tomará todas as decisões e o venerável de plantão cumprirá rigorosamente o que o seu chefe determinar. Geralmente ele tem o seu grupo, formado por comparsas que são coniventes que antecipadamente já decidiu quem será o venerável para os próximos seis ou oito anos, mas sempre ele voltando após as gestões de seus substitutos arranjados ou então apenas preferirá ser o chefe por trás, nos bastidores, mandando em tudo e por muito tempo.

No fundo a sede de poder, nada mais que uma autoafirmação, insegurança, incapacidade de ser transparente com seus semelhantes e com o meio em que vive vaidoso mentiroso geralmente tendo uma visão unilateral dos processos de interação entres os Irmãos, tornando sua personalidade a de um verdadeiro psicopata social. Não sabe mais discernir os seus limites. Não tem  sentimentos. Chega a ser uma doença um desvio de personalidade, e de comportamento.
Isto não é bazofia ou piada. Isto realmente acontece na Maçonaria brasileira num índice maior do que se pode imaginar, mas não como rotina. Infelizmente esta situação vem ocorrendo e muitos irmãos fingem não vê-la ou senti-la, porque os membros das lojas com exceção de verdadeiros maçons agem passivamente como cordeiros, esquecendo que uma loja aberta em sessão é uma tribuna livre onde ideias são criadas, sonhos são idealizados que podem mover o mundo, um verdadeiro laboratório social que pode mudar tudo para melhor e por isso todos os problemas devem ser discutidos e todos devem participar.
Uma situação esdrúxula aconteceu em uma loja que será omitido o nome da cidade, onde isso ocorreu. Um Irmão desses tipos de donos da sua loja, fez a sua loja votar o título de “venerável perpétuo” para ele. Até aí, nada de mais, a loja votou, está votado. Mas ele exigia que a loja só abrisse os trabalhos em suas sessões normais quando ele estivesse presente. E ele atrasava sempre cerca cinco a dez minutos. E aí a sessão começava. Isso é o cúmulo da hipocrisia, tanto deste sociopata ex-venerável como da loja que aceitava tal situação.
Pasmem! Parece uma estória inventada, mas não é. Isto é verídico!
Mas é bom que se frise que a maioria dos ex-veneráveis não se enquadra nesta descrição. Existem ainda muitos bons maçons na Ordem. Felizmente a maioria. São. Irmãos excelentes, preparados, humildes, sabem qual é o seu lugar dentro de uma loja, bons conselheiros, conhece o peso de um malhete, porque já o manejaram quando foram veneráveis. Aprenderam mais ouvir que falar.
A Maçonaria valoriza a Dialética, que é a arte do dialogo, ou a discussão, como força de argumentação permite que se contrariem ideias, que elas sejam discutidas em todos os sentidos e que dessa situação nasça uma ideia concreta, inteligente, e perfeita, uma verdadeira síntese de tudo o que foi tratado, desde que venha em favor da Ordem e da humanidade. Ela prega a igualdade e a liberdade de pensamento entre seus adeptos.

Esta situação de dono de loja é uma das causas maiores do afastamento de muitos honrados irmãos da Ordem. Se um irmão, sem medo, com coragem falar em nome da democracia e dos verdadeiros princípios da Ordem, e isto ferir os desígnios destes déspotas, este será marcado, perseguido e descriminado.
Considerando-se que temos cerca de seis ou sete mil lojas no Brasil, imagine-se o número de Irmãos que agem desta forma, considerando-se que a natureza humana é complexa e estranha, que muitos homens possuem a síndrome do poder em função de seu DNA animalesco onde um quer ser o dominante sobre o outro, ou sobre os outros.
Geralmente estas pessoas são inseguras, não são felizes, não estão de bem com a vida e esta forma de querer exercer um suposto poder sobre os outros é sua maneira de tentar equilibrar seus próprios defeitos.
A síndrome do poder também chamada de síndrome do pequeno poder é uma atitude de autoritarismo por parte de um individuo que recebeu um poder e tenta usá-lo de forma absoluta e imperativa sem se preocupar com os problemas dicotomizados que possam vir a ocasionar. A síndrome do pequeno poder pode se tornar uma patologia, quando se torna crônico. Existem aqueles Irmãos que mesmo longe do poder pensam que o possui. 
Quando a realidade lhe é mostrada, entram em depressão. Mas a Maçonaria prega justamente o contrário. Ela é democrática. Quando se fala em vencer as paixões significa que o maçom deve fazer prevalecer em seu consciente racional sobre as programações erradas de seu subconsciente, ou seja, sobre a parte ruim que o ser humano tem dentro de si. Segundo São Francisco de Assis, é o “burro” ou a “besta” que o ser humano carrega dentro de sua consciência. Uma das condições mais exigidas pelos princípios maçônicos é justamente você fazer prevalecer seu lado bom, vencendo o seu lado mau.
A condição para um irmão ser venerável em primeiro lugar é que ele tenha merecimentos pessoais e que tenha um conhecimento profundo da ciência maçônica em todos os seus segmentos, tais como história da Ordem, ritualística, simbologia, administração, legislação e justiça sendo tudo isso associado à sua capacidade de liderança.
Evidentemente a Maçonaria terá que renovar seus líderes, para que novas ideias, novos postulados, novos rumos e até novos paradigmas sejam estudados, adotados e postos em ação.
Todavia correrá o famoso risco: VOCÊ QUER CONHECER UM MAÇOM? DÊ-LHE PODER.
Por fim, enfatiza-se que este trabalho foi escrito para uma minoria de Irmãos, que são gananciosos do poder. Ressalvem-se aqueles Irmãos ex-veneráveis pessoas intocáveis que não se enquadram neste contexto. Felizmente, a maioria. Estes são os sustentáculos da Ordem.

COMENTÁRIO – O enunciado acima se aplica, ainda, a tantos outros dirigentes maçônicos que, sem qualquer escrúpulo, vêm fazendo da Ordem, pasmem!!! uma propriedade pessoal sua, causando um descontentamento generalizado!!!

Autor: Hercule Spoladore
Loja de Pesquisas Maçônicas “Brasil”
Londrina –PR.

sábado, 29 de novembro de 2014

A LOJA MAÇÔNICA DEUS, CARIDADE E FAMÍLIA Nº 87, AGRADECE A TODOS OS SEUS COLABORADORES. QUE O GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO LHES DÊ SABEDORIA PARA CONDUZIR DE FORMA BRILHANTE AS SUAS EMPRESAS.
CLICK NA IMAGEM PARA AMPLIAR
O CONCEITO E A NATUREZA DO PATROCINIO

Atualmente os patrocínios esportivo, cultural e social estão presentes na "guerra" travada entre as grandes corporações na disputa pelos seus mercados, embora nós também o encontremos nas ações de Marketing das médias e pequenas empresas.

Numa época em que fatores como preços competitivos, serviços de excelência, qualidade do produto e diferencial tecnológico não mais asseguram o sucesso empresarial, a marca surge como fator que faz a diferença. E, como se trata do maior patrimônio da organização, a marca tornou-se o fator preponderante na Comunicação e no Marketing Estratégico de qualquer empresa.
Para POZZI ([i]) um Patrocínio é "a provisão de recursos financeiros, humanos ou físicos por uma organização diretamente para um evento ou atividade em troca de uma associação direta com o mesmo".
Hoje em dia é bem expressivo o número de empresas que vem atuando como patrocinadores da cultura, do esporte, do social e da ecologia como fator de alavancagem das suas ações de marketing. Diante disso, o patrocínio acabou se tornando o elo entre o Mix de Marketing da organização e o seu Composto Promocional.
Porém, o autor acima conceitua o Patrocínio apenas sob o enfoque operacional e, diante disso, faz-se necessário abordar mais amplamente a questão, pois o patrocínio evoluiu para uma dimensão mais ampla de natureza estratégica, conforme se observa na definição de Melo Neto ([ii]): _ "é uma ação de marketing promocional que, ao dar suporte às demais ações do Composto Promocional contribui para o alcance dos objetivos estratégicos de Marketing da empresa, em especial no que se refere á imagem corporativa, promoção da marca, posicionamento do produto, promoção de vendas e comunicação com clientes, fornecedores, distribuidores e demais parceiros".
No contexto do Marketing Estratégico a importância do patrocínio é tal que alguns autores já falam em "Mix do Patrocínio", o qual envolve ações de prospecção e identificação dos alvos do patrocínio, o valor do investimento, os locais de realização das ações de patrocínio e as ações de comunicação do patrocínio.
 A Natureza do Patrocínio
O Patrocínio é uma estratégia de investimento promocional na cultura, no esporte, na ecologia e até mesmo na área social. Dessa forma, o patrocínio – como uma estratégia de investimento – busca alcançar tanto retorno financeiro quanto institucional, cuja dimensão mais importante é a promoção de uma marca.
E o que o patrocinador deseja? Ele deseja tornar sua marca mais conhecida e com uma forte imagem; ou seja, uma imagem positiva e consolidada. Por isso ele busca associá-la ao esporte, à cultura, à ecologia e ao social.
Mas, o patrocinador também deseja aumentar as vendas de seus produtos – e serviços – além de veicular sua marca na mídia e conquistar novos clientes e mercados. E, para isso, o Patrocínio deve atuar como uma estratégia de comunicação interativa com os atuais e futuros clientes.
Um Patrocínio bem elaborado prevê a interação entre o produto e a marca do patrocinador e os consumidores e, o melhor exemplo disso, são as distribuições de brindes, sorteios, cuponagem e etc. Além disso, o Patrocínio permite ao consumidor presenciar os benefícios do produto e os atributos da marca.
Sendo assim, tal como a Propaganda, a Mala Direta, as Relações Públicas e a Assessoria de Imprensa o Patrocínio é uma ação de comunicação que adquire cada vez mais importância no Mix de Marketing e no Composto Promocional das organizações.
Julio Cesar S. Santos

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O COMPORTAMENTO DO MAÇOM EM PERÍODO ELEITORAL

Aristóteles já dizia que todo homem é naturalmente um animal político.

Por um lado, o período de campanha é gratificante por objetivar, processar eleições, ainda a maior característica da democracia.

Entretanto é nessa época que muitos irmãos se empolgam com a candidatura de seu preferido, e passam a demonstrar radicalismo, intolerância e outros vícios da política profana.

Não respeitam o pensamento dos outros e esquecem os princípios da fraternidade, igualdade e liberdade.

Esse fato mostra a carência de palestras educativas a respeito, no sentido de esclarecer e educar alguns irmãos sobre eleições.

As contendas políticas são obras da sociedade profana, na sociedade maçônica não há partidos políticos, não há nem pode haver discórdias e nem guerras.

A política separa, torna os homens inimigos, por isso à maçonaria lhes - diz: “eu prescrevo de minhas reuniões, todo debate político”, se para tua cidade um servidor fiel e decidido, sem que necessites dar-me conta desses atos.

Afinal a maçonaria é uma autentica escola de iniciação moral, cultural e espiritual, que prepara seus adeptos, tanto para uma vida terrena e social, com também, para entrar num alto e esclarecido estado de consciência em sua futura vida ultra – terrena não sendo, pois, admissíveis ações indignas de homens livres e de bons costumes.

domingo, 7 de setembro de 2014

7 de Setembro

A HISTORIA SECRETA DA INDEPENDÊNCIA
A influência decisiva da Maçonaria na Independência do Brasil é um assunto pouco comentado fora dos círculos maçônicos e, apesar da ampla documentação existente a este respeito, é difícil encontrar entre os leigos aqueles que conhecem um mínimo sobre este assunto.
Certamente a Independência foi o produto dos esforços de diversos setores da sociedade que viria a ser a brasileira, mas muitos dos protagonistas deste evento eram maçons ilustres. Entre estes destacados articuladores da Independência, José Bonifácio de Andrada de Silva, Ministro do Reino, é sem dúvida uma figura de grande importância.
O Patriarca da Independência - como ficou conhecido – foi responsável por diversos fatos determinantes. Foi o primeiro Grão Mestre do Grande Oriente, fundada no início de 1822 no Rio de Janeiro, e que reunia as lojas então existentes.
Meses mais tarde, em julho do mesmo ano, influencia diretamente a iniciação do próprio Dom Pedro na maçonaria, e sua imediata elevação ao grau de Mestre Maçom.
No mês seguinte outra figura proeminente, Joaquim Gonçalves Ledo, entra decisivamente em cena. Durante viagem do Grão Mestre José Bonifácio, o Grande Primeiro Vigilante Ledo assume uma reunião extraordinária do Grande Oriente.
Era Ledo quem verdadeiramente refletia o sentimento popular em relação ao tema, assume uma reunião e nesta reunião ele promoveu um discurso enérgico a favor da Independência, colocando imediatamente em votação a proposta, que foi aprovada.
Joaquim Ledo vinha sendo o mais enérgico incentivador da Independência no meio maçônico. Por diversas vezes encaminhou manifestos e exortações a Dom Pedro, ressaltando os pontos positivos da conquista da soberania brasileira. Tanto é assim que o dia 20 de agosto, data da reunião que exigia a Independência, é celebrado como o dia do maçom brasileiro.

A cópia da ata desta reunião memorável seguiu às mãos de Dom Pedro, quem leu seu conteúdo às margens do Ipiranga naquela tarde de 7 de setembro de 1822 e, diretamente influenciado por ela, pela inteligência de José Bonifácio e pelo entusiasmo de Joaquim Ledo, proclamou a Independência do Brasil.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

ORAÇÃO MAÇÔNICA

Oh! Grande Arquiteto do Universo, Faça que minhas decisões, meus dias, meus pensamentos,  Sejam os exatos reflexos dos seus ensinamentos,  E eu possa, assim, caminhar com integridade...

Quando fizer algo em favor dos outros, Que meu nome seja simplesmente, como os demais, citado,  Sendo em tempo algum, jamais exaltado, Pois, apenas estarei cumprindo minha obrigação de Maçom.

Grande Arquiteto do Universo, Fazei com que eu não me sinta inebriado por nada,  Que minhas palavras brotem do fundo do coração, E não sejam, simples arranjos de letras fabricados em meu cérebro e transmitidos, Apenas para causar comoção!!!

Não permita que meu ego aprenda a conjugar somente a primeira pessoa do singular, Incute em meu ser, o sentido do "nós"!!! E que minhas ações sejam corretas e se difundam, brandamente, Por intermédio da minha voz.

Se um dia detiver o poder em minha vida profana, Que seja ele manso, digno, algo que não se ufana, Posto que é efêmero!

Que eu não imponha regras quando ajudar a um irmão,  Pois deverei fazê-lo com carinho, desprendimento, empolgação,
Não permita que eu aprenda a julgar...

Ensina-me a perdoar, A não guardar ódio em meu coração, 
Pois se assim não for, serei apenas mais um na multidão.

Sentimentos como a cobiça e a vaidade, Afaste-os do meu caminho.

Pois, caso contrário, é certo que um dia estarei sozinho.
E assim, quando o limite máximo me for imposto,Que a serenidade esteja presente em meu rosto, Que a alegria do dever cumprido se faça presente.

Ai então, os amigos haverão de lembrar que pela repetição dos meus atos,Colecionei e emoldurei todos os fatos, Se não fiz melhor, ao menos tentei.

Não importa quem eu seja, Aprendiz, companheiro, Mestre ou Venerável, Devo trazer o rosto sempre afável, Pois esta é a verdadeira razão...

Gestos, sinais, simbologias,Para dar sentido às nossas vidas, muitas vezes, vazias. 

É Por isso que nos reunimos...
Para tratarmos de assuntos que enlevam o espírito, Para polirmos nossas imensas pedras brutas,Para vivermos em paz, para vencermos nossas lutas... 

Combater o despotismo, a tirania, os vícios humanos, 
Referimo-nos aos de fora como profanos,E muitas vezes, cometemos as mesmas e velhas falhas!!!

Grande Arquiteto,
Obrigado pela oportunidade que eu tive, Obrigado pelos irmãos que ganhei, E, especialmente, por esta vida que passei!!!

Se outra oportunidade me fosse dada, Se outra vida pudesse ser vivida,  Se tivesse a opção de escolher,Seria eu novamente um membro dessa Loja, Onde se aplicam normas de consciência e retidão, E, assim, teria eu novamente a chance de poder dizer, Que fui um verdadeiro Maçom!!!



Valdemar Sansão